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Sumiço

Publicado por Alexandre Maldonado a 17 Outubro 2009 em Gerais

O objetivo deste post é apenas avisar que eu não abandonei o blog.

Apenas estou com sérios problemas de falta de tempo para alimentá-lo.

Tentarei postar um novo texto na próxima semana.

Abs

 
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Cuidados ao escolher uma agência digital – Continuação

Publicado por Alexandre Maldonado a 05 Setembro 2009 em Web

Esta é a continuação do post anterior sobre os cuidados ao escolher uma agência para desenvolver um site.

Infelizmente é comum encontrar “agências” com divulgações do tipo “Seu site por R$ 399,00″, ou “Sites por R$ 499,00 + hospedagem”. Porém, um site não é um produto que você pega na prateleira, passa no caixa e paga. E é exatamente desta forma que estas empresas trabalham com seus produtos. O que eles oferecem é um site pronto, exatemente igual a vários outros que já venderam e venderão ainda. Nestes casos, a única coisa que fazem é trocar a logomarca, o nome e os conteúdos. Mas toda a estrutura, navegação, ferramentas são iguais em todos os sites.

Um site deve ser encarado como uma solução que atenda às necessidades específicas da empresa, com todas as suas particularidades. Portanto, deve ser um projeto pensado e elaborado tendo em vista estes detalhes. O site de uma empresa de consultoria nunca será igual ao site de uma distribuidora de produtos, por exemplo. E dentro do mesmo ramo de atuação as empresas são diferentes e os sites também devem ser diferentes. O site deve refletir exatamente o que é a empresa e, assim como ela, ter uma identidade própria.

Com isso, não há como oferecer sites com preços fechados. É necessário, antes de mais nada, levantar todas as necessidades da empresa/pessoa que deseja desenvolver um site e, baseado nelas, elaborar um projeto único. É este levantamento que definirá o valor do projeto, pois determina a quantidade de trabalho que será necessária.

Na Clickweb, assim como a maioria das agências que adotam esta política de projetos personalizados, utilizamos o formato de carga horária para definição dos valores dos projetos. A partir do levantamento da estrutura, ferramentas e necessidades do projeto, definimos a carga horária necessária para todo o desenvolvimento e, então, aplicamos o valor da hora/técnica para chegarmos ao valor.

Este é, ao meu ver, o jeito mais correto e honesto, tanto com a agência quanto com o cliente, de estabelecer o valor de um site.

Portanto, para desenvolver um site, procure uma agência que o fará pensando em você e na sua empresa, respeitando suas particularidades e necessidades. Até mesmo porque, se a intenção é ter um site igual a vários outros, não há a menor necessidade de se pagar por isto. Existem muitos serviços que criam sites de forma automática. Vários servidores de hospedagem já incluem ferramentas de criação automática de sites em seus planos. Porém, o resultado final será sempre igual a todos os outros sites desenvolvidos com a mesma ferramenta. Assim como os oferecidos por empresas do tipo “Seu site por R$ 499,00 + hospedagem”.

Pense nisso.

 
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Cuidados ao escolher uma agência digital

Publicado por Alexandre Maldonado a 21 Agosto 2009 em Web

O mercado de desenvolvimento web está repleto de bons e maus profissionais, que se dividem entre agências e autônomos.

Por isso, na hora de desenvolver um site é necessário avaliar muito bem antes de tomar a decisão sobre quem contratar.

O desenvolvimento de um site envolve muitas questões técnicas e o profissionalismo dos desenvolvedores impacta diretamente no resultado final.

Por ser uma atividade multidisciplinar, é extremamente importante deixar o desenvolvimeto à cargo de uma agência especializada, cuja equipe seja composta pelos diversos profissionais necessários tanto para a identidade visual quanto para a programação das ferramentas.

As etapas de desenvolvimento envolvem a definição do projeto, arquitetura da informação, identidade visual, programação, inserção e formatação de conteúdos, testagens e aplicação de técnicas de SEO (adequação do conteúdo visando o melhor posicionamento em mecanismos de busca). Portanto, para que o site atinja seu objetivo com qualidade e seguindo os mais rigorosos padrões de desenvolvimento, é imprescindível ter uma equipe composta por diversos profissionais, cada um com sua especialidade, envolvida na produção. Muitas vezes, um único desenvolvedor autônomo não terá condições de atender a todas estas necessidades.

Contudo, como em qualquer ramo, existem boas e más agências e a escolha errada por mandar por água abaixo todo o investimento feito em cima do projeto.

É muito comum, na Clickweb, atendermos clientes que já tiveram experiências ruins com projetos anteriores. Em alguns casos, mais de uma vez.

Não citarei nomes por questões de ética, mas temos 2 exemplos que envolveram a mesma agência de Londrina que relato a seguir.

Uma empresa local nos procurou solicitando um orçamento para o desenvolvimento de um site e acabou optando por esta outra agência. Passados alguns meses, o proprietário fez contato conosco preocupado pelo fato de que o site não aparecia no Google se a busca não fosse feita pelo próprio nome da empresa. Ao analisar o site, constatamos que o menu estava todo em Flash e que não havia qualquer outra disposição dos mesmos links em formato HTML. Desta forma, o Google e os outros mecanismos não tem como indexar o conteúdo além da página inicial por não ter referência de navegação.

Analisando um pouco mais este caso, constatamos também que a agência contratada havia registrado o domínio deste site em nome de pessoa física do dono da agência. Ou seja, o domínio não pertence ao dono do site e sim ao dono da agência que o desenvolveu, amarrando definitivamente o cliente a eles.

Um outro caso envolveu um cliente nosso que acabou caindo nas mãos desta mesma agência. Há alguns anos desenvolvemos um site institucional para este cliente, porém sempre recomendando a criação de um e-commerce. Algum tempo depois, nos solicitaram um orçamento para o e-commerce e acabaram contratando a outra agência por um valor cerca de 30% abaixo do nosso.

Quando recebemos esta informação, tentamos alertar o cliente sobre as práticas que já conhecíamos desta outra agência. Mesmo assim, optaram por dar continuidade ao trabalho. Passado o prazo determinado para o desenvolvimento, quase nada havia sido feito e não havia qualquer possibilidade de ser concluído. O cliente nos procurou e nos propomos a retomar o site antigo e desenvolver o comércio eletrônico. Após uma grande discussão com o proprietário da outra agência, mais uma vez decidiram lhe confiar o desenvolvimento do projeto.

Após mais um tempo, o que lhes foi apresentado não foi nada além de uma loja pronta, do tipo que se paga um pequeno valor mensal para ter o direito de uso do código padrão criado por uma terceira empresa. Estas lojas, apesar do baixo custo, são sistemas engessados e que, em muitos casos, não atendem à necessidades específicas de cada negócio e permitem poucas personalizações visuais.

Ou seja, esta agência cobrou um valor compatível com um sistema completo de comércio eletrônico e o que entregou foi apenas a personalização de um site desenvolvido por outra empresa.

Resultado: o cliente abandonou o projeto e reativamos o antigo site institucional dele esta semana. Decidiram aguardar mais um tempo para o desenvolvimento de um novo projeto de e-commerce, desta vez com a Clickweb.

Estes foram apenas 2 exemplos, coincidentemente envolvendo a mesma agência, que mostram que quando se fala em desenvolvimento de sites muitas vezes o barato sai muito caro.

Quando for desenvolver um projeto, seja qual for o tamanho, pesquise muito bem quem está contratando.

Boas fontes de referência são as associações de agências. Segue a relação das entidades regionais e também da nacional:

ABRADi – Nacional
APRADi – PR
ABRADi-RJ
ABRADi-SC
ABDA – BA
AETI – PE
AGADi – RS
AMADi – MG
APADi – SP

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Eu estava certo

Publicado por Alexandre Maldonado a 10 Agosto 2009 em Gerais

Renault X Fiat

Como eu já havia dito no post Meu carro era vermelho, meu Punto tinha um consumo acima do normal para o modelo e eu reclamei disso várias vezes na concessionária, mas eles sempre disseram que estava tudo normal com o carro.

Um supervisor da oficina chegou a dizer que o problema era que eu não sabia dirigir de forma econômica. Mas dirigi o carro de todas as formas possíveis e o consumo nunca chegou nem perto dos outros Puntos.

Cheguei a pensar que realmente o problema fosse eu. Mas por que só com o Punto? Por que não tive o mesmo problema com meus outros carros?

Então, a única explicação era que o problema estava realmente no carro mesmo. E este foi um dos motivos da troca dele pelo Megane, além de outros detalhes que me deixavam insatisfeito.

Entre segunda e terça-feira fiz a primeira viagem com o Megane. Fui de Londrina para Curitiba e voltei. O Megane atingiu 1000 km rodados na volta e, portanto, o consumo está ainda acima do normal. Segundo o manual do carro, ele deve ter o consumo ideal após os 3000 km. E o mais impressionante é que com o consumo mais alto do que o normal já foi mais econômico do que o Punto era com o consumo estabilizado.

O Punto foi entregue para a Renault com pouco mais de 28000 km e o consumo dele nesta mesma viagem era de cerca de 8km/l com álcool. O Megane foi com 8.6km/l e voltou com 8.9km/l.

Portanto, eu não sou maluco e o Punto realmente era um alcoólatra inveterado.

Com isso, fico ainda mais decepcionado com a concessionária Fiat que fez pouco caso das minhas reclamações e não se preocupou em fazer uma análise mais aprofundada do problema.

Isso chama-se falta de respeito com o consumidor. Fiquei insatisfeito durante 1 ano e meio que estive com o carro graças a um problema que talvez fosse simples de resolver.

Desta forma, a concessionária e a montadora perderam definitivamente um cliente. Depois destas, Fiat nunca mais.

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Meu carro era vermelho

Publicado por Alexandre Maldonado a 03 Agosto 2009 em Gerais

Como convencer um cara fissurado em tecnologia a comprar um carro recém lançado? Diga a ele que é o carro mais eletrônico do país.

E foi assim que começou a minha relação com meu Fiat Punto.

Fiat Punto

Fiat Punto

Do pedido à concessionária até a entrega foram 82 dias de espera. Mas valia a pena esperar. Eu teria o carro mais eletrônico do país que ainda falaria comigo através do até então exclusivo sistema Blue & Me, que conecta o carro a celulares por bluetooth e lê arquivos de áudio gravados em um dispositivo usb.

Quando finalmente o peguei, não demorou muito para notar o principal problema dele: dependência de álcool. Consumo exagerado para um motor 1.4 mesmo comparado com outros Puntos. A concessionária fez várias verificações e nunca encontrou qualquer problema.

Tudo bem que eu não sou nenhum exemplo de economia de combustível, mas mesmo com o “modo tiozinho” ativado (nenhuma relação com o velho @pita_) ele igualava ou chegava perto das médias dos outros do mesmo modelo.

Ressalto que este é um problema do meu carro, que consome mais combustível que os outros Puntos. Sempre acompanhei informações de outros proprietários no Orkut, no Best Cars e no Punto Clube e sei que outros não tem o mesmo consumo. Inclusive uma vez conversei com um cara que tinha um do mesmo modelo na concessionária e o dele bebia bem menos.

Mas o consumo foi só um dos problemas que tive. Além do consumo, perdi peças dos retrovisores 3 vezes e tive que levar o carro à concessionária para recolocar.

Mas o caso mais engraçado foi quando o carro precisou de um “CTRL+ALT+DEL”. O sistema do Blue & Me travou e só voltou após tirar e recolocar o cabo da bateria. Que sistema é esse? Claro que é Windows Mobile. O engraçado mesmo da história foi o chefe da oficina que não aceitava o meu modo “gambiarra” de resolver o problema.

Gosto muito do carro, mas infelizmente temos que aceitar que nem sempre as coisas são como queríamos que fossem.

Renault Megane

Renault Megane

Enfim, foram quase dois anos de relacionamento, mas chegou ao fim. Hoje foi meu último dia com o Punto, que foi trocado por um Renault Megane. Só espero que esta nova relação não tenha tantos altos e baixos.

 
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Peripécias tecnológicas

Publicado por Alexandre Maldonado a 29 Julho 2009 em Gerais

Na minha infância, brincava com carrinhos, bolas de capotão e outros brinquedos analógicos. Meu primeiro videogame foi um Telejogo Philco, que, para quem não conhece, era um console que vinha com 10 jogos na memória e nada mais.

Nasci numa época em que não existia a internet comercial e somente tive contato com computadores por que meu pai era uma espécie de diretor de TI.

As crianças de hoje nascem com tecnologia nas mãos. Não imaginam que um dia o computador não teve mouse e o monitor era apenas uma tela preta com letras laranjas.

E com tudo a que as crianças tem acesso hoje, cada vez aprendem mais rápido a operar tudo, inclusive eletrônicos.

Tenho 2 exemplos muito próximos. Julia, minha afilhada de 2 anos e meio mexe no iPhone do pai dela como se fosse uma heavy user do aparelho. Destravar o iPhone ela consegue desde 1 ano e pouco. Sabe abrir a galeria de fotos, navegar entre as imagens, dar zoom. Sempre quer ver o “pi-piu”, também conhecido com Twitterrific. E depois que aprendeu qual o ícone dele, já deu algumas twitadas com o perfil do pai dela. De tanto vê-lo usando e falando, começa a “digitar” no iPhone e quando perguntam o que tá fazendo diz: ” to mandando email pro Binho.” O Binho, no caso, sou eu.

O outro caso, mais recente, é meu sobrinho/afilhado Leonardo. Teclados são brinquedos pra ele desde uns 6 meses. Já até bati uns papos com ele pelo Skype. Às vésperas de completar 10 meses, cheguei na casa da minha irmã e ela pediu pra eu ver por que o touchpad do note dela não tava rolando a tela. Quando fui ver, o software que faz isso nos notes da HP estava desinstalado. E quem fez isso? O grande Leonardo, com seus quase 10 meses. Sempre que vou lá, tenho que colocá-lo no meu colo no carro pelo menos para sair da garagem. E na semana passada ele começou a dar luz alta, ligar a seta e esguichar água no pára brisas. Meu pai o ensinou a usar as alavancas do carro. E quando mudo a marcha do carro ele já vai com a mão no câmbio também.

As crianças são o reflexo do mundo que as cerca e de adequam a ele.

Portanto, não se surpreenda quando uma criança fizer algo tão espantoso. Como eu costumo dizer, às vezes parecem mini robôs disfarçados de crianças.

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Por trás do comércio eletrônico

Publicado por Alexandre Maldonado a 08 Julho 2009 em Web

O brasileiro é um povo criativo e não desiste nunca. Portanto, nada mais natural que busquem alternativas para sobreviver à tão temida crise econômica mundial.

E uma prova disso é que, entre os meses de Março e Abril, dois veículos diferentes, um de Londrina e outro de Curitiba, me procuraram, através da Clickweb, para dar entrevistas sobre comércio eletrônico.

O primeiro foi o Jornal de Londrina, para uma matéria sobre as oportunidades de trabalho geradas pelo crescimento do comércio eletrônico. Nesta entrevista falei sobre os profissionais envolvidos no desenvolvimento e manutenção dos sites e também de toda a operação do mesmo. Citei também opções de cursos para a formação destes profissionais.

A segunda entrevista foi realizada em Curitiba pela RIC, afiliada da Record para todo o estado. Esta entrevista foi veiculada no programa Paraná no Ar e nela falei sobre o crescimento da procura pelo desenvolvimento de sites de comércio eletrônico nesta época de crise.

Veja a entrevista:

Vantagens

E o que há de tão atraente neste mercado que atrai tanta gente?

Em primeiro lugar, o crescimento no número de pessoas que realizam compras pela Internet e, consequentemente, o aumento no volume de vendas. Segundo a e-bit, empresa que mede as vendas em comércio eletrônico, as vendas eletrônicas cresceram 30% em 2008 em relação a 2007, fechando o ano com R$ 8,2 milhões, com tíquete médio de R$ 328,00, que também supera os R$ 307,00 de 2007.

Soma-se a isto o custo operacional muito mais baixo em comparação a uma loja física, principalmente no que se refere a espaço e funcionários. Portanto, com uma boa operação e logística, pode-se ter produtos mais baratos e com maior lucro do que as lojas físicas. Além das vantagens já citadas, existe ainda a possibilidade de atingir um público muito maior.

Já ocorreu várias vezes comigo de tentar negociar um produto em uma loja física após ter visto o mesmo produto na loja virtual da mesma rede. A resposta é quase sempre a mesma: “não temos como cobrir o valor da internet, mesmo que seja de nosso próprio site”. Isso mostra que o custo operacional menor possibilita produtos com menor preço para o consumidor, sem afetar os lucos da empresa.

Porém, para que um site de comércio eletrônico seja realmente bem sucedido, não basta apenas desenvolvê-lo e disponibilizá-lo em um servidor. O ideal é que haja um trabalhando constante de manutenção e melhoria do mesmo. Os melhores resultados são obtidos por sites que investem em atualizações, novas ferramentas e novidades.

Outras coisas que os consumidores procuram são preço, forma de pagamento e custo de envio. Muitos sites conseguem preços melhores que as lojas físicas, mas pecam nas opções de envio, deixando o valor final (produto + frete), mais caro do que o consumidor encontra na loja da esquina. Por isso, o “comerciante virtual” deve investir em uma forma de envio barata dos produtos, seja através de parcerias com transportadoras ou um contrato com os Correios que permita o envio a custos menores. E esta vantagem DEVE ser repassada ao consumidor final.

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Encontro de cabeças pensantes

Publicado por Alexandre Maldonado a 27 Junho 2009 em Gerais

No último mês participei do 11o. Encontro Locaweb de Profissionais de Internet em Curitiba. Foram excelentes palestras sobre diversos temas. De todos os anos que fui, considero este o melhor. Entre os palestrantes, destaques para o Fábio Akita da Locaweb com sua brilhante apresentação sobre Agilidade e Qualidade de Projetos. Ótimas informações e exemplos. Outra palestra que me chamou muito a atenção foi a da Martha Gabriel, sobre SEO e SEM. Assuntos muito debatidos, mas com uma nova ótica.

Até mesmo a palestra da Microsoft foi boa este ano. Eles que costumam apenas fazer propaganda de softwares sem muito conteúdo, fizeram uma ótima apresentação de novas ferramentas que realmente valem a pena. Destaque para o Silverlight 3.

Ao final, tivemos a participação da Clickweb no painel Empregabilidade 2.0, com a presença do Paulo Henrique Ferreira ao palco ao lado de Marcelo Tripoli, Martha Gabriel e outros.

Parabéns à Locaweb pela organização do evento que a cada ano está melhor.

 
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Primeiro post

Publicado por Alexandre Maldonado a 27 Junho 2009 em Gerais

Olá a todos.

Este é o primeiro post deste blog que tentarei manter atualizado sempre, mas tempo é algo meio complicado na minha vida.

Como diretor de projetos da Clickweb Agência Digital, me divido entre as duas bases da agência em Curitiba e Londrina.

Falarei aqui sobre tecnologia, desenvolvimento web e demais assuntos diversos.

Espero que atenda às expectativas dos leitores.

Um grande abraço e boa leitura.

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